Infâmias

Andrei Barros Correia em 18/05/13

Um ponto de contacto entre as corporações militares, judiciárias e clericais é a reinvidicação da infalibilidade e do direito a ser farsesco de maneira irresponsável.  Assim, mesmo depois da farsa desvelada ela mantém-se e as reparações se fazem como soluções compromisso: é formula intrinsecamente contraditória do estava errado e estava certo. Isso, claro, acontece muito [...]

Continue lendo sobreUma farsa e trinta e sete Dreyfus.

Andrei Barros Correia em 04/05/13

Os serviços de saúde e a oferta de educação são universais e gratuitos, nos termos da constituição brasileira de 1988. A fórmula é de abrangência que não se encontra em outros países, na medida em que universalidade e gratuidade não estão condicionados por qualquer coisa além do orçamento do Estado. Não se exigem quaisquer contraprestações, [...]

Continue lendo sobreProposta para melhorar saúde e educação públicas no Brasil.

Andrei Barros Correia em 01/05/13

Os estamentos mais elevados da burocracia estatal brasileira, seja eletiva, seja meramente seletiva, prestam enorme desserviço à implantação de uma república a merecer este nome. E não se trata aqui de falar desse moralismo difuso anti-corrupção, que não sabe mesmo de que fala. Trata-se de vício essencial a demonstrar, primeiro, que as preocupações com corrupção [...]

Continue lendo sobreBrasil: promiscuidade público privada essencial.

Andrei Barros Correia em 31/03/13

Não falarei do entreguismo, força que subjaz ao golpe de estado dado em 1964, no Brasil. Falarei dos efeitos laterais da ação para manter o Brasil mais fielmente vassalo de interesses externos. Instalada no poder a corporação militar a serviço de Jonhson – e, portanto, dos bancos e do complexo industrial-militar – houve condições para [...]

Continue lendo sobreO golpe de estado de 1964 acordou o pior da pequena burguesia.

Severiano Miranda em 22/02/13

A blogueira cubana superstar do momento, Yoani Sánchez, está de visita ao Brasil. Depois de anos pedindo permissão para sair de seu país, Cuba, e outros tantos vivendo na Suiça e por ai vai. A blogueira é polêmica por criticar as consequências atuais do que aconteceu em  Sierra Maestra há tempos atrás, mexendo assim com os brios [...]

Continue lendo sobreE quando finalmente a Yoani Sánchez fala…

A renúncia do Bispo alemão de Roma às suas funções corporativas foi, por um lado, ato de grandeza: está velho, doente e com medo dos papéis que indicam atividades pouco edificantes do banco Vaticano e da corporação em geral. Por outro lado, foi infame, pois revela pouca preocupação pelo antecessor, que foi deixado a fazer [...]

Continue lendo sobreO Bispo alemão de Roma renuncia às funções. O subornado apaixonado e o culto são diferentes e semelhantes.

Não me alongarei; tentarei ser o mais breve. A existência de garantias formais jurídicas serve ao Sobrado como amparo ao discurso de que nada mais precisa ser feito e que há igualdade no país. Mentira. Entre garantias formais e a efetividade delas, de maneira a superar ou diminuir a dicotomia com os Mucambos, vai longa [...]

Continue lendo sobreCidadão de segunda classe. Ou, Sobrados e Mucambos precisa apenas de novos nomes.

Andrei Barros Correia em 05/01/13

Nomear alguma coisa já é condicionar as percepções e análises que haverá desta coisa ou, pelo menos, tentar estabelecer o condicionamento. Os próprios criadores de algo ou praticantes de certa conduta apressam-se a oferecer as balizas de compreensão de suas obras e ações, porque assim sempre se está mais seguro de oferecer tanto a coisa [...]

Continue lendo sobreAtivismo judiciário e mistificação.

Andrei Barros Correia em 23/12/12

A opção do 01% brasileiro para o golpe de estado que visa a impedir a reeleição da Presidente Dilma ou a eleição do ex-Presidente Lula, em 2014, não foi pelas baionetas. O momento permite alternativa mais simples e barata e, ademais, com vantagem de manter aparências democráticas: é o golpe judiciário, dado no mais alto [...]

Continue lendo sobreO Congresso Nacional pode resistir ao golpe judiciário.

Andrei Barros Correia em 08/12/12

Não falarei de Niemeyer, pois que seria presunção e inutilidade. Dele falam os prédios que fez, como de Velazquez as Meninas, o Crucificado e a Forja. O elogio fúnebre faz-se dos soldados desconhecidos tombados em combate, precisamente por desconhecidos e não artistas. Os artistas não se elogiam, apreciam-se-lhes as obras e isso basta. Mas, há [...]

Continue lendo sobreOscar Niemeyer e Filopseudeis.